Fleur d'Oranger

Gabriel, um menino inteligente e bem-educado, vive aos doze anos de idade, em Fafe, um episódio fantástico e sobrenatural, que o vai catapultar para uma demanda interminável pelo seu verdadeiro propósito de existência.

Ao mudar-se com a sua família para o Porto, vai conhecer o seu inseparável companheiro Damian e também Rodolfo, Daniela e Sara. Eternamente apaixonado por Daniela, nunca dá a devida atenção aos crescentes avanços de Sara.

Com Daniela, Damian e Sara a orbitar constantemente na sua vida, em ciclos de afastamentos e reencontros, deparando-se com novas revelações, decide dedicar-se estrategicamente a uma vida dupla.

Numa senda muito própria, com coragem e determinação, vê-se obrigado a viajar a locais de beleza e de cultura únicos e até a enfrentar uma poderosa organização criminosa.

Um livro original e emocionante que nos vai obrigar a refletir sobre temas tanto supérfluos como profundos das nossas vidas.

 

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O Cravo, o Lírio e a Rosa

Em 1941, no mesmo ano em que as tropas alemãs invadiram a Rússia na célebre Operação Barbarossa, nasce José Raziel. Após uma infância de agruras e condicionamentos em Bragança, porém feliz e plena de experiências enriquecedoras, envereda, mercê da condição humilde da família, pela formação seminarista dos anos 50. Na década seguinte, torna-se um exímio combatente da guerra colonial em África. Todavia, ainda lá, sofre um duro revés que o faz alterar radicalmente a forma de ver o mundo. Acabada a comissão militar, decide mudar-se para Lisboa, onde conhece o amor da sua vida, Laura, mas também o seu arquirrival, Ricardo, um homem poderoso e influente, membro de uma excêntrica sociedade secreta. Num ciclo interminável de peripécias e embaraços, a luta com o seu eterno inimigo vai perpetuar-se até à atualidade. A redenção estará, contudo, ao seu alcance se aceitar a ajuda de um pequeno grupo improvável de amigos. Uma narrativa empolgante que demonstra que a história universal tem propensão a repetir-se e que é fácil cairmos na armadilha da propaganda e do populismo se não usarmos a nossa inteligência, o nosso espírito crítico e, essencialmente, a nossa intuição.

 

Iris e Sirinna

É uma história que conta uma viagem fantástica de uma menina, Iris, pelos confins do universo, até Andrómeda. Lá conhece e fica amiga de uma linda princesa extraterrestre que lhe mostra quais são os
problemas reais do nosso planeta. Com um grupo de especialistas humanos a debater os avanços da
humanidade perante uma assembleia de líderes de todos os planetas do universo, rapidamente chegam à conclusão de que, afinal, Danuih (a Terra) poderá estar muito próximo do ponto de não-retorno.

Não lhes restando outra hipótese, os humanos tentam subverter sub-repticiamente um engenho muito especial com a capacidade de os fazer recuar no tempo.

Sobre o autor

Nascido em 1972, Rica Sainov é natural do Porto. Licenciado em Ciências Farmacêuticas, com pós especialização em Análises Clínicas e detentor de pós-graduações em Terapias Naturais e Complementares e Acupuntura Integrativa, Rica dá aulas de farmacologia, naturopatia, bases científicas e fitoterapia em várias instituições do país. Escreve periodicamente no seu blogue e em revistas nacionais. O seu primeiro romance publicado, Fleur d’Oranger, é considerado por muitos uma obra inspiradora que foge ao atual paradigma de sociedade e tenta demonstrar como, afinal, a felicidade está ao alcance de todos. Basta, para isso, praticar a gratidão, o perdão e o amor incondicional. Com base nesse pressuposto, costuma invocar três citações:

“Porque permanece na prisão quando a porta está completamente aberta?”, do filósofo persa Rumi;
“Quando beberem a água, pensem na sua fonte”, um provérbio chinês ancestral; “Se queres conhecer os segredos do Universo, pensa em termos de energia, frequência e vibração”, de Nikola Tesla.

Não existe vibração maior do que a
de uma alma livre de amarras.

 

Ainda sobre o autor:

Num liceu do Porto, a professora de português de Rica Sainov, incomodada com o seu comportamento na sala de aula, mandou-o, como castigo, para a biblioteca da escola escrever uma redação sobre um tema à sua escolha. Rica voltou trinta minutos depois com o texto terminado. A indignação inicial da professora do sétimo ano, por considerar que nunca poderia ter redigido algo de relevante em tão curto espaço de tempo, deu lugar, dias depois, a um fervoroso elogio à frente de todos os colegas da turma. O pequeno texto, afinal, afigurava-se arrojado e imaginativo.